Marcelinha, grande mulher
Filha e apóstola de Deus
Com uma generosidade tal
Que alguns confundem com ingenuidade
Ela era a "Pituquinha" da casa
Mimada pelos pais e irmãos
Devido a uma deficiência visual
E a uma anemia séria no sangue
A medicina dizia que morreria jovem
Então todos lhe fazíamos os gostos
Até levá-la dormindo no colo à cama
Mas Deus lhe deu o milagre da cura
Ganhava tudo no choro, literalmente,
Com seus showzinhos de birra
Quem imaginaria que, depois de adulta,
Se tornaria essa mulher amável e meiga?
Tinha alguma dificuldade com a aparência
O que a tornava tímida e introspectiva
Na adolescência e juventude deu algum trabalho
Até que chegaram o Bira e a Maiara
O desejo de dar um novo rumo à vida
Não era alcançado com as próprias forças
Foi então que decidiu ouvir bons conselhos
E colocou a vida dela à disposição de Deus
No começo houve bastante radicalidade
O que gerou muitas críticas e discussões
Tudo era novo, tanto pra ela quanto para nós
Mas o tempo colocou o trem nos trilhos
É um exemplo de mulher de fé
Sempre rezando e pedindo bênçãos de Deus a nós
É muito dedicada a Deus e à Igreja
Onde se fez obreira e cristã admirável
Sem dúvidas, deixaria de comer pelos famintos
Deixaria de vestir pelos desagasalhados
Ela, que conheceu o pecado por dentro,
Deseja ajudar os pecadores a sair do fundo do poço
Mulher simples, humilde, trabalhadora, honesta,
Teve a graça de se casar diante de Deus e dos homens
Cuida bem da Maiara, mesmo que ela more com a avó
E, com perseverança, foi levantando a própria casa
Neste dia do seu aniversário número trinta e sete
Elevamos nossos louvores a Deus pela sua vida
Suplicando que lhe dê saúde, paz e prosperidade
E que a sua fé e caridade cresçam sempre mais
Te amamos, Marcelinha querida
Recebe nossos beijos e abraços com carinho
Que seja um 17 de novembro maravilhoso
Na companhia desta família que muito lhe admira
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