17/09/2020

Eu o chamo de Galego

(Brasília, DF, quinta-feira, 17 de setembro de 2020) 


O nome dele é Kaique, 

Meu sobrinho e afilhado, 

Mas, desde pequeno, 

Eu o chamo de Galego. 


Ele é filho da Elaine, 

Um presente que ela recebeu 

Justamente no dia do seu aniversário, 

Aos dezessete de setembro. 


Nos primeiros anos de vida, 

Ele chamava a atenção de todos 

Pelos seus cabelos e olhos claros, 

Assim como o Gabriel, sobrinho dele. 


Desde pequeno ele ficava na dele, 

E até era agressivo quando lhe importunavam. 

Sempre foi muito inteligente 

E grande apreciador de jogos e video-games.


Ultimamente ele gosta de ficar sozinho, 

E recusa convites para sair de casa. 

Ele tem trocado o dia pela noite, 

Esquecendo às vezes de comer e tomar banho. 


Mas quando ele está de bom humor, 

Gosta de ir na praia e nadar, 

Aceita sair, ir ao cinema, 

E até comer pizza e lanche no shopping.


É uma pessoa simples e direta, 

Não vive de aparências: 

Se gostam dele, bom,

Se não gostam, ótimo.


Quer muito que a pandemia termine,

Para arrumar um trabalho e conseguir seus objetivos.

Quem sabe fazer faculdade, ter novas amizades,

E (por que não?) encontrar uma boa namorada. 


Galego, neste dia do seu aniversário,

Recebe da avó, dos tios, dos primos, 

E até do sobrinho Gabriel, 

Todo nosso carinho e amor. 


Desejamos que se realizem

Todos os seus sonhos e projetos,

Que supere seus medos e dificuldades,

Sendo um homem feliz e pleno. 


Deixe Deus ser o Pai que você tanto precisa,

Iluminando os seus pensamentos e caminhos. 

Sua mãe, irmã e sobrinho precisam muito de você. 

Abre seu coração, sem medo, e tudo alcançará.

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