Os Céus se alegraram
Ao receber de volta
O Filho eterno do Pai.
Os discípulos se entristeceram
Ao se despedirem do Mestre,
Que viram ressuscitado dos mortos.
Mas os Céus, não a terra,
É o lugar dos ressuscitados,
Junto ao Pai, Senhor da Vida.
Toda dúvida e tristeza
Se dissipariam com a chegada
Do Espírito, vindo do Pai e do Filho.
O compromisso dos discípulos era
Permanecer em Jerusalém,
Perseverando, unidos, na oração.
Deus-Filho, também Filho do Homem,
Reintroduzido na glória dos Céus,
Lhes enviaria, com o Pai, o Santo Espírito.
O Advogado, Consolador, Defensor,
O Espírito da Verdade, lhes ajudaria
A fazer discípulos de todos os povos.
Não bastava se prostrarem em adoração,
Olhando, estarrecidos, para os Céus.
Era preciso batizar e ensinar, como missionários.
Todos precisavam conhecer a Verdade:
Nossa humanidade foi levada aos Céus
No Cristo sentado à direita do Pai.
Ele é a Cabeça da Igreja, Seu Corpo Místico.
Um dia, alegres, os discípulos estarão
Onde o Mestre lhes antecipou na glória.
Aqueles que padecem no Purgatório,
Pelas preces da Igreja e intercessão dos Santos,
Alcançarão os Céus no Deus das Misericórdias.
Glória ao Ressuscitado que se eleva aos Céus,
E ao Pai, Senhor da Vida, poderoso no Amor,
E ao Espírito Divino, tão desejado em oração.
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