Vamos falar sobre as nossas crises?
Conversar pode até não resolvê-las,
Mas alivia o peso, acalma a angústia.
Todos nós passamos por dificuldades:
Certas pessoas e circunstâncias
Podem atrapalhar o que planejamos.
Nossas expectativas costumam ser altas.
Pensamos ter tudo sob controle,
Sem levar em conta os imprevistos.
Pessoas vão embora, adoecem, morrem,
Mentem, roubam, traem, desrespeitam,
Chantageiam, atacam, se omitem, fingem...
Carros falham, documentos se perdem,
Filas são longas, estacionamentos lotam,
Boletos vencem, semáforos ficam vermelhos...
Devemos assumir nossa responsabilidade
No surgimento e na solução das crises,
Superando vitimismos e infantilismos
Nunca estamos totalmente preparados
Quando as adversidades se apresentam,
Mesmo quando podem ser previstas.
Raramente saímos ilesos dos problemas.
Precisamos de um tempo médio ou longo
Para superar os efeitos colaterais deixados.
A depender da intensidade do desafio,
Podemos administrar a situação sozinhos,
Ou vamos precisar do apoio dos demais.
Claro, a ajuda de Deus é indispensável
E se alcança na oração pessoal,
Na direção espiritual, nos sacramentos.
Familiares e amigos também colaboram,
Oferecem os ombros e os ouvidos,
Bons conselhos e amor incondicional.
Também são úteis os profissionais da saúde,
Com seus conhecimentos e experiências,
Indicando livros, terapias, medicações.
De fato, é importante demais cuidar da mente,
Para conhecer o real tamanho dos problemas,
Enfrentando-os com paciência e perseverança.
Crises acontecem, e podem ser oportunidades
Para amadurecimento pessoal, institucional,
Desde que analisadas na perspectiva correta.
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