17/09/2021

Maria, aos não-católicos

Eu me dirijo a você, querida irmã e irmão,

Que se congrega em uma igreja não-católica,

Para falar sobre o amor dos católicos por Maria.


Nós adoramos só a Deus, não à Mãe de Jesus.

A Ela nós veneramos, admiramos, imitamos,

Pelas Suas virtudes como Serva do Senhor.


Sim, podemos falar diretamente com Deus

Mas, conscientes da nossa falta de méritos,

Suplicamos o favor de Maria, Sua intercessão.


Tampouco adoramos esculturas ou pinturas.

São apenas representações artísticas, culturais,

Que nos fazem lembrar da Mãe de Cristo.


Como a mãe que beija a roupinha do seu bebê,

Ou o rapaz que conversa com a foto da amada,

Assim as imagens nos ajudam a nos comunicar.


Sim, existe somente uma Maria, a de Nazaré.

Mas os artistas A representam livremente

Com as características próprias de cada cultura.


Seus títulos ressaltam as Suas virtudes,

Os lugares específicos onde Ela é invocada,

O agrupamento humano a Ela confiado.


Assim, Maria é da Paz, da Esperança, do Silêncio...

É Virgem de Aparecida, de Fátima, de Guadalupe...

É Mãe dos Navegantes, dos Doentes, da Juventude...


Nosso amor a Maria não reduz nosso amor a Deus.

Pelo contrário, faz-nos amá-Lo ainda mais,

Vivendo como Lhe agrada, como Ela sempre o fez.


Ela é nossa Senhora por causa de nosso Senhor.

Não por substituição, mas por participação

No Senhorio de Cristo, na Sua realeza e Glória.


Ela é Virgem, isto é, fidelíssima a Seu Senhor,

Pois a virgindade bíblica é bem mais que biológica.

É, antes que tudo, não se prostituir na idolatria.


Experimente, você também, o amor de Maria.

Não acredite em tudo o que lhe contam.

Supere preconceitos, confira por si mesmo.


A Mãe de Jesus é puro carinho e amor,

E tem o coração e braços sempre abertos

Para acolher como filhos os discípulos de Cristo.


Deixe que Ela interceda por suas necessidades,

Para que Jesus transforme água em vinho bom,

Realize milagres a pedido de Sua Santa Mãe Maria.

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