Eu me dirijo a você, querida irmã e irmão,
Que se congrega em uma igreja não-católica,
Para falar sobre o amor dos católicos por Maria.
Nós adoramos só a Deus, não à Mãe de Jesus.
A Ela nós veneramos, admiramos, imitamos,
Pelas Suas virtudes como Serva do Senhor.
Sim, podemos falar diretamente com Deus
Mas, conscientes da nossa falta de méritos,
Suplicamos o favor de Maria, Sua intercessão.
Tampouco adoramos esculturas ou pinturas.
São apenas representações artísticas, culturais,
Que nos fazem lembrar da Mãe de Cristo.
Como a mãe que beija a roupinha do seu bebê,
Ou o rapaz que conversa com a foto da amada,
Assim as imagens nos ajudam a nos comunicar.
Sim, existe somente uma Maria, a de Nazaré.
Mas os artistas A representam livremente
Com as características próprias de cada cultura.
Seus títulos ressaltam as Suas virtudes,
Os lugares específicos onde Ela é invocada,
O agrupamento humano a Ela confiado.
Assim, Maria é da Paz, da Esperança, do Silêncio...
É Virgem de Aparecida, de Fátima, de Guadalupe...
É Mãe dos Navegantes, dos Doentes, da Juventude...
Nosso amor a Maria não reduz nosso amor a Deus.
Pelo contrário, faz-nos amá-Lo ainda mais,
Vivendo como Lhe agrada, como Ela sempre o fez.
Ela é nossa Senhora por causa de nosso Senhor.
Não por substituição, mas por participação
No Senhorio de Cristo, na Sua realeza e Glória.
Ela é Virgem, isto é, fidelíssima a Seu Senhor,
Pois a virgindade bíblica é bem mais que biológica.
É, antes que tudo, não se prostituir na idolatria.
Experimente, você também, o amor de Maria.
Não acredite em tudo o que lhe contam.
Supere preconceitos, confira por si mesmo.
A Mãe de Jesus é puro carinho e amor,
E tem o coração e braços sempre abertos
Para acolher como filhos os discípulos de Cristo.
Deixe que Ela interceda por suas necessidades,
Para que Jesus transforme água em vinho bom,
Realize milagres a pedido de Sua Santa Mãe Maria.
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