Ser estigmatino é
Ter a Cristo em todo tempo no coração
É pensar e agir impulsionado pelo Espírito Santo
É, em tudo, conhecer e fazer a Vontade de Deus
É se colocar sob a proteção dos Santos Esposos Maria e José,
Imitando sua santa familiaridade na convivência com os demais
É, como São Gaspar Bertoni,
Alimentar-se da Palavra de Deus na Eucaristia cotidiana
É anunciar a Cristo com entusiasmo e paixão
É ser missionário disponível para testemunhar a Cristo em toda parte
É acompanhar adolescentes e jovens no seu amadurecimento humano e cristão
É adquirir e partilhar conhecimentos por uma educação de excelência para todos
É, no seguimento do Cristo obediente, pobre e casto,
Exercer o poder e a autoridade na animação da fraternidade e da missão
Antepor o ser ao ter, na consciência ecológica e na solidariedade com os necessitados
Vivenciar o amor na liberdade pessoal, sem apegos e livremente universal
É, na consciência eclesial,
Servir aos bispos, na comunhão com os padres e diáconos
Na mútua colaboração com as religiosas e religiosos das demais congregações e institutos
Com alegria, animar comunidades, pastorais e movimentos
Contribuir na formação de leigas e leigos a partir do Catecismo e da Doutrina Social da Igreja
Priorizando as periferias geográficas e existenciais
Promovendo a dignidade humana, denunciando injustiças, propondo alternativas
Solidarizando-se nas tragédias pessoais, sociais e naturais
Ser estigmatino é amar intensamente a vida
Dar tudo de si para que Deus reine nos corações e estruturas sociais
É ouvir do Vento que sopra o irresistível convite à plenitude, à fonte do Amor
Ser estigmatino é um privilégio, é uma graça, é um dom
É um caminho autêntico e legítimo de ser feliz na doação da própria vida
Nenhum comentário:
Postar um comentário