Ó Sagradas Escrituras, nós Te veneramos!
Tu nos permites conhecer e adorar a Deus,
Saber o que Lhe agrada ou não,
Amar e servir aos irmãos, aos pobres,
Fazer florescer no mundo o Reinado do Amor,
Desejar ser introduzidos nos Céus.
És um tesouro de inestimável valor,
Repleto de ensinamentos antigos e novos,
Colecionados ao longo de vários séculos.
Nas diversas histórias que narras,
Nós nos vemos refletidos como num espelho:
Nossas conquistas e vitórias,
Nossas misérias e fracassos,
Nossas quedas e reerguimentos,
Nossas mais elevadas esperanças.
Mais e mais Te queremos ler e entender,
Com o indispensável auxílio do Espírito Santo,
Com um coração puro de criança, apaixonado de jovem, crítico de adulto, sábio de ancião.
Com o respeito de quem se aproxima de livros inspirados,
Escritos por e para pessoas e povos de tradições distintas às atuais,
Em idiomas diferentes, com expressões próprias,
Que requerem ser devidamente interpretadas,
A fim de não serem ingênua e literalmente transmitidas.
Neste terceiro Domingo do Tempo Comum,
Que a Igreja especialmente dedica a Ti,
Serás introduzida entre os fiéis em procissão solene,
Serás incensada com perfume de suave fragrância,
Ouviremos atentamente Tuas sábias histórias,
Guardaremos silêncio para absorver Teus ensinamentos,
Faremos preces a Deus inspiradas em Ti,
Comprometendo-nos a lançar Tuas sementes nos corações,
Sendo a nossa própria vida um sinal da Tua ação no mundo,
Imitando a Cristo, a Palavra encarnada entre nós,
A Maria, perfeita ouvinte e praticante das Sagradas Escrituras,
E a Jerônimo, estudioso, cumpridor, amante e tradutor da Santa Palavra de Deus.
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